quarta-feira, 22 de julho de 2009

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Ó tu minha irmã!


Ó tu minha irmã! Mulher guerreira!
Ó tu cidadã do mundo! Mulher valente!
Tu que combateste a morte de frente.
Tu que venceste essa doença matreira.

Vives com a dor, tua triste companheira.
Dor que não larga os teus pobres ossos,
Esfarelados em meios aos destroços.
Restos vivos de uma indesejada parceira.

Quero Poder arrancar do teu peito,
Toda essa dor. Maldita dor sem jeito.
Mas na verdade tudo é diferente…

Perante esta tua constante luta.
Uma luta tão desigual e injusta,
Sinto-me uma inútil impotente.


Paula Mendes

Este poema é dedicado a minha mana Lena e a todas as mulheres que como ela venceram, lutaram ou ainda lutam contra o cancro. Amo-te muito mana...

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