Não há tempestade
Não há tempestade capaz de me vencer,
Capaz de destruir a minha maneira de ser.
Não sou mulher de baixar os braços,
Se for preciso luto, combato, arranco pedaços…
Não há tempestade capaz de me vergar,
Capaz de me arrancar este bem-estar.
Não sou mulher para ter depressões,
Esgotamentos, desalentos. Vivo de emoções!
Não há tempestade capaz de me assustar.
A mim não me assusta o futuro,
Por isso ainda hoje me aventuro…
Não há tempestade capaz de me matar.
Em noites de insónia, mal dormidas,
Brinco com a morte as escondidas.
Paula Mendes
quarta-feira, 22 de julho de 2009
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